Nuvem ou Connector? Escolha onde as dependências do trabalho estão
Confira arquivos, ferramentas, rede, disponibilidade e destino da entrega antes de escolher o ambiente de execução.

Uma pesquisa de mercado começa com fontes públicas. Um script pode depender da estação de trabalho já configurada. Um relatório interno pode exigir um servidor e uma conta autorizada. Delegar os três a um agente não significa executá-los no mesmo computador.
A escolha útil começa pelas condições do trabalho: quais entradas podem ser transferidas, qual instalação é necessária, por quanto tempo o ambiente precisa estar disponível e onde a entrega deve aparecer.
Faça um inventário antes de escolher a máquina
Registre cinco itens: caminho das entradas, ferramentas e versões instaladas, conta ou rede necessária, período de disponibilidade e diretório de saída. Além do nome do arquivo, indique se a cópia é permitida e quem aprova a transferência.
Os agentes de nuvem do Buda executam tarefas em um computador na nuvem. O Connector registra um computador escolhido como ambiente de execução do agente. A conversa permanece na nuvem; comandos e operações de arquivo acontecem no computador selecionado. Execução local não significa que todo o serviço, inclusive a conversa, fique local.

Quatro perguntas orientam a decisão
O material pode ser transferido? Fontes públicas e exportações aprovadas e anonimizadas podem ser portáteis. Poder ler um arquivo não autoriza seu envio. Resolva a permissão antes de montar o fluxo de cópia.
É necessária uma instalação existente? Um CSV e um script comum podem caber na nuvem depois da verificação das dependências. Um projeto com software ou configuração específicos pode se beneficiar da estação já preparada. Verifique versões e instalação antes de considerar o ambiente reproduzível.
É necessária uma rede ou conta específica? Um servidor autorizado pode ser o lugar adequado para uma ferramenta interna. Conectar o computador não concede automaticamente acesso aos sistemas da empresa. Confira separadamente a conta, os dados e a operação permitida.
A máquina ficará disponível? O Connector depende do dispositivo, da rede e do processo em funcionamento. Suspensão, perda de rede ou encerramento do processo deixam o dispositivo offline. Abrir o Desktop não comprova que o ambiente escolhido está pronto.
Três tarefas fictícias, escolhas diferentes
Os exemplos abaixo explicam um método; não são resultados de clientes nem comparações medidas.
| Tarefa | Escolha inicial | O que mudaria a decisão? |
|---|---|---|
| Brief com fontes públicas | Nuvem e pasta de saída definida | Uma fonte indispensável exige um ambiente autorizado específico |
| Script conhecido de projeto | Estação configurada via Connector | Entradas e dependências podem ser reproduzidas na nuvem |
| Exportação de relatório interno | Servidor autorizado | Já existe uma cópia aprovada para análise |
Também é possível separar exportação e análise: gerar o arquivo no ambiente autorizado, inspecionar e anonimizar, depois transferir apenas a cópia aprovada. Registre o responsável pela aprovação e o destino de cada saída. É um procedimento proposto, não um recurso de sincronização automática.
Valide o lugar antes de ampliar o trabalho
Comece por uma tarefa pequena. Peça ao agente para identificar o ambiente, listar somente um diretório autorizado e ler uma amostra não sensível. Depois, com autorização explícita, crie um documento de teste inofensivo no diretório escolhido. Antes de executar um script conhecido, confira se ele não envia mensagens, altera produção ou sobrescreve arquivos.
Abra o arquivo no lugar real. A frase “arquivo criado” na conversa não substitui essa inspeção. Oculte nomes de dispositivos, tokens e caminhos privados antes de compartilhar registros ou capturas.
Confirme o runtime selecionado e os caminhos de entrada e saída autorizados. Liste somente o diretório indicado. Não copie dados, instale software, altere configuração, envie ou exclua nada. Proponha uma verificação inofensiva de localização e aguarde autorização antes de gravar um arquivo de teste.

Entregue condições verificáveis, não apenas “pronto”
Registre origem e versão, runtime, versões das ferramentas, operações permitidas, caminho da entrega, revisor e próxima verificação. Se houve cópia, inclua origem, destino e escopo aprovado.
A documentação de Drive e memória distingue o Drive privado do agente e o Drive compartilhado do Space. Isso não significa que um arquivo no computador conectado apareceu automaticamente no Drive da nuvem. Verifique cada transferência pretendida. Mudanças de dependência ou permissão exigem reavaliar o ambiente.
Dúvidas antes da próxima execução
Um agente de nuvem exige meu notebook ligado? A execução na nuvem não depende disso. Uma tarefa atribuída ao notebook via Connector depende. Verifique o runtime selecionado, não o aparelho usado para acompanhar a conversa.
Executar localmente protege tudo automaticamente? A localização não resolve sozinha essa questão. A conversa fica na nuvem; confira o fluxo de dados, as contas e as operações permitidas. Não estenda as propriedades de isolamento do sandbox de nuvem a qualquer computador conectado.
Parar o Connector desfaz o que já ocorreu? Ficar offline afeta a disponibilidade, não comprova a remoção de arquivos ou efeitos anteriores. Inspecione as entregas e obtenha autorização antes de limpar ou excluir.
Escolha uma tarefa de baixo risco, registre as dependências e confira uma saída real. Essa evidência orienta onde colocar o próximo trabalho.